quinta-feira, 7 de abril de 2016

SEM CHANCE PARA A DENGUE



       Tendo em vista a epidemia de dengue em nossa cidade, a Profª Izabel Canhete trabalhou a letra D a partir da palavra Dengue, com seus alunos do 1º ano C - Matutino, os cuidados que se deve ter para evitar o crescimento de focos do mosquito, auxiliando para melhoria da sociedade e conscientizando os adultos sobre a importância de previr o mosquito Aedes Aegypti.



               


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Conhecer as formas de contágio, prevenção e tratamento;
• Identificar as causas de ocorrência de endemias;
• Reconhecer como os hábitos de higiene ajudam a manter a saúde e a prevenção da dengue;
• Desenvolver hábitos e atitudes que ajude a acabar com a proliferação do mosquito;
• Desenvolver cidadania;
• Aplicar os conhecimentos adquiridos.

Para aprender sobre as formas de contágio e prevenção, vamos observar as imagens que mostram onde o mosquito pode se proliferar: 





Muitas dicas foram dadas para evitar a dengue:



Quais os sintomas da dengue? 





Já aprendemos algumas coisas sobre a Dengue, agora vamos começar o combate, espalhar pela escola cartazes procurando este mosquito e explicando o mal que ele pode causar!








quarta-feira, 6 de abril de 2016

CAMINHADA DE CONSCIENTIZAÇÃO PELA COMUNIDADE


“Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer. Ele agora transmite também chikungunya e zika”.



Nossa escola participa de uma campanha de combate ao Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus – esta última pode ser a causa do aumento de casos de microcefalia em alguns estados do nosso país. O objetivo da campanha é alertar a população para a necessidade de fazer um “combate sem trégua ao mosquito da dengue”, depois que o País passou a enfrentar um aumento de 176% de casos prováveis da doença. A estimativa é de 1,5 milhão de casos em 2016, contra 555,4 mil no ano passado, por isso a turma do 8º ano B juntamente com a Coordenadora Soraya e professores fizeram uma caminhada de conscientização pela comunidade.


O momento que estamos vivendo é grave. Essa é uma luta que sozinho (o governo) não será vitorioso. Nós não venceremos essa batalha se a população não se atentar para a gravidade do que estamos vivendo.

O Brasil registra neste ano 739 casos suspeitos de recém-nascidos com microcefalia, doença que causa durante a gestação a má formação do crânio. A vinculação dessa doença a partir da transmissão do vírus zika pelo Aedes aegypti é uma novidade surgida no Brasil, de acordo com o diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch.


O dado consta do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), divulgado pela pasta da Saúde. A campanha se baseará no slogan “Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer. Ele agora transmite também chikungunya e zika”.





 



     
                              

 


                            






                                    






sexta-feira, 1 de abril de 2016

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM

Participação Especial Profª Vilma Ribeiro
"Um dia sem risada é um dia desperdiçado"
                                                                          Charles Chaplin






















 2º ano B Matutino  -  Profª Clener 

TEMA: Receita - Massa de Modelar

A importância do lúdico na aprendizagem

         A educação tem por objetivo principal formar cidadãos críticos e criativos com condições aptas para inventar e ser capazes de construir cada vez mais novos conhecimentos. O processo de Ensino/Aprendizagem está constantemente aprimorando seus métodos de ensino para a melhoria da educação. O lúdico é um desses métodos que está sendo trabalhado na prática pedagógica, contribuindo para o aprendizado e possibilitando ao educador o preparo de aulas dinâmicas fazendo com que o aluno interaja mais em sala de aula, pois cresce a vontade de aprender, seu interesse ao conteúdo aumenta e dessa maneira ele realmente aprende o que foi proposto a ser ensinado, estimulando-o a ser pensador, questionador e não um repetidor de informações.

Celso Antunes (2001) argumenta da seguinte forma: “Um professor que adora o que faz, que se empolga com o que ensina, que se mostra sedutor em relação aos saberes de sua disciplina, que apresenta seu tema sempre em situações de desafios, estimulantes, intrigantes, sempre possui chances maiores de obter reciprocidade do que quem a desenvolve com inevitável tédio da vida, da profissão, das relações humanas, da turma…”(p.55).


Nota-se também um entusiasmo maior sobre o conteúdo que está sendo trabalhado por haver uma motivação dos educandos em expressar-se livremente, de agir e interagir em sala de aula. Mas lembrando sempre que as atividades devem estar devidamente associadas aos conteúdos e aos objetivos dentro da aprendizagem, auxiliando a parte teórica, tornando o ensino mais prazeroso apresentando opiniões para crescer ainda mais o trabalho dos profissionais da área da educação.

 


 

           Diante de tudo que fora mencionado, pode-se dizer sem sombra de dúvida que o lúdico é importante sim para uma melhoria na educação e no andamento das aulas, provocando uma aprendizagem significativa que ocorre gradativamente e inconscientemente de forma natural, tornando-se um grande aliado aos professores na caminhada para bons resultados. E que é dever do professor mudar os padrões de conduta em relação aos alunos, deixando de lado os métodos e técnicas tradicionais acreditando que o lúdico é eficaz como estratégia do desenvolvimento na sala de aula. 


       Esta proposta de abordagem vai de encontro com o que foi proposto realizar, e essencialmente, que sirvam de suporte para professores que já atuam no ambiente escolar tornando suas aulas mais dinâmicas fazendo com que a sala de aula se transforme num lugar prazeroso, construindo a integração entre todos que a frequentam.







 


quinta-feira, 31 de março de 2016

VARAL DE POESIA CONTRA O MOSQUITO AEDES AEGYPTI

O Mosquito Escreve

O Mosquito pernilongo
trança as pernas, faz um M,
depois, treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo,
faz um S.


O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê,
faz um Q,
faz um U e faz um I.


Esse mosquito esquisito
cruza as patas, faz um T.


E aí, se arredonda e faz outro O,
mais bonito.


Oh!
já não é analfabeto,
esse inseto,
pois sabe escrever o seu nome.


Mas depois vai procurar
alguém que possa picar,
pois escrever cansa, não é, criança?


E ele está com muita fome.        (Cecília Meileles in “Ou isto ou aquilo”)


TRABALHO REALIZADO PELOS ALUNOS DOS 6º ANOS D, E e F NA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA DA PROFª FABÍOLA